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quarta-feira, 29 de março de 2023

7.º A- Escreve...

 

Nas aulas de Português, os alunos da turma A do 7.º ano de escolaridade conheceram o escritor angolano Ondjaki e dois contos da obra Os da minha rua. «Bilhete com foguetão» despertou sentimentos de mágoa e tristeza. Já o conto «Os calções verdes do Bruno» fez lembrar o primeiro amor e a primeira carta redigida. Sobre esta última história, os discentes registaram por escrito os seus comentários críticos. Posteriormente, em articulação com a disciplina de TIC, passaram os seus textos para o formato word. Os alunos, a professora de Português, Maria Inês Marcelino, e o docente de TIC, Vítor Araújo, recomendam a leitura.

 

O comentário azul do Davi

O nome do conto que li é “Os calções verdes do bruno”, retirado da obra feita pelo escritor angolano Ondjaki, com o nome de Os da minha rua. O conto é sobre um rapaz com o nome de Bruno que, num certo dia, não veio com seu vestuário normal, mas com um vestuário em que a única expressão que encontrei para o vestuário é “todo cheio de mania”, pois queria impressionar uma rapariga chamada Romina. O Bruno trazia uma roupa de encontro e fazia uma carta tão poética como “uma obra de Shakespeare”.

Eu até gostei mais deste conto do que o outro (“Bilhete em foguetão”)! Em primeiro lugar, representa as tentativas de um jovem rapaz para tentar impressionar uma jovem rapariga (vestir roupas formais e fazer cartas poéticas). Em segundo lugar, representa as “fofocas” que acontecem entre o terceiro e o sétimo anos.

Desta vez, as expectativas não foram “por água abaixo”, mas “salvas por um salva-vidas". Tal como esperei que fosse, li uma história sobre uma mudança de estilo de um certo personagem.

Eu tive aquele sentimento de comédia e de felicidade, porque se eu me sentisse como o Ondjaki, eu iria também ficar espantado pela mudança drástica de visual de um amigo.

O autor desta vez adicionou uma palavra estranha, e essa palavra é “mujimbo”, parece o nome de um jogo de tabuleiro oriental (ou seja, asiático), tal como o “Mikado” que é um jogo de tabuleiro que é sobre tirar pauzinhos coloridos finos como “um espeto de espetada” sem tocar nos outros. Também me impressiona a palavra “camarada” que é usada como “amigo” ou “colega”, mas, em angola, significa “senhora”. Tirando isto e pequenas mudanças de gramática, não tem mais nenhum problema.

Este conto, como o outro, tem o tema de “amor”, mas eu recomendo outras pessoas a ler este conto, porque, em primeiro lugar, é divertido ver experiências de outras pessoas. Em último lugar, podemos aprender umais uma coisa ou outra com experiências passadas por outras pessoas.

Davi Ouro Preto

                                                 O Rapaz Perfeito

O nome do conto chama-se “Os calções verdes do Bruno”. O nome da obra é Os da minha rua. O nome do autor é Ondjaki. Esta história trata de um rapaz chamado Bruno com quem todos ficaram espantados por causa de ele ter ido para a escola mais limpo. A sua blusa vermelha tinha sido substituída do por outra, também os seus calções verdes justos com duas barras brancas, a sua pele cheirava a sabonete azul limpo, as suas unhas estavam cortadas e limpas, o seu cabelo lavado e cheio de gel e os seus óculos até estavam limpos, tortos, mas limpos.

No geral, o texto agradou-me, principalmente quando as pessoas ficaram espantadas com o estilo do Bruno.

A minha parte favorita desta história foi quando o Bruno entrou dentro da sala e todos ficaram a olhar para ele porque não sabiam o que se passava com ele.

Quando eu ouvi o nome do título, eu imaginava um rapaz que usava os seus calções verdes todos os dias e, quando ouvi, não era o que eu pensava.

Os meus sentimentos acerca desta história são positivos (feliz, animada) porque há certas partes desta história que dá para ficar feliz.

A maneira como o escritor escreveu esta história está muito bem, é uma bela história para todos lerem.

Concluindo, esta história agradou-me muito, especialmente quando o Bruno foi todo perfeito para a escola.

Eu recomendo a leitura desta história a todas as pessoas do planeta porque está muito bem contada e muito bem organizada.

Elsa Carreiro

Paixoneta do Bruno

            O conto “Os Calções Verdes do Bruno”, da obra Os da Minha Rua, escrita por Ondjaki, fala sobre a paixão de um dos amigos do narrador da história, chamado Bruno e o seu amor por uma colega e de como isto o afetou de forma positiva.

            No geral, apreciei a história, pois conta aos leitores como o amor pode alterar uma pessoa de maneira positiva, ainda mais um pré-adolescente, como o Bruno, um dos amigos do narrador. Além disto, apreciei juntamente a forma como o conto retrata como uma pessoa age quando está “perdida de amores” por outra. Sendo assim, a minha parte preferida foi quando o Bruno entrou na sala de aula totalmente alterado de maneira positiva.

            Relativamente às expectativas que tive antes da leitura da obra, não as confirmei todas. “Jurava a pés juntos” que a história falaria apenas sobre um dos amigos do narrador que comprou uns calções novos e não a parte da paixoneta do mesmo.

            Durante a leitura do conto, apercebi-me de que “nem tudo é o que parece” e que devemos sempre investigar antes de julgar algo ou alguém. Ademais, senti as mesmas emoções que as personagens, tal como o espanto, pela forma de como o Bruno usara as roupas novas; a paixão, por causa da forma como ele agia devido ao amor por Romina; senti ainda o amor, um sentimento diferente da paixão – e que é, em meu ver, algo que surge normalmente na pré-adolescência e que atualmente é muito comum, mas quase nunca se transforme no real amor – que pode vir a tornar-se num real amor pela forma como o Bruno usa e usufrui das palavras.

            Como diz a frase, acabada de ser criada por mim, “Abraça o estranho e o que não conheces”. Esta é perfeita para caracterizar como me sinto em relação à escrita do autor, Ondjaki. Verifica-se uma maneira de escrever diferente do português europeu, porém que se entende perfeitamente bem. Há certas expressões e certas palavras exóticas que conseguimos entender pelo contexto. Para resumir tudo isto, apreciei a maneira diferente de escrever de Ondjaki.

            Em suma, a minha apreciação do conto aconteceu pela maneira como retrata o amor na pré-adolescência e adolescência e pela forma como ele muda uma pessoa. Com isto, recomendo a leitura, não só do próprio conto, mas da obra Inteira, pelos assuntos referidos e pela maneira diferente de escrever de Ondjaki. Além destas razões, é ainda interessante, divertido, de fácil leitura e nada maçador.

João Raposo

 

Texto agradável

Este texto foi tirado da obra Os da minha rua, tendo como título “Os calções verdes do Bruno” e foi escrita por um senhor angolano chamado Ondjaki. O texto fala de um menino, o Bruno,

amigo do narrador, que estava apaixonado. Bruno costumava ir sempre som a mesma roupa para a escola, uma blusa vermelha e os calções dele verdes justos, com duas barras brancas. Substituiu a blusinha por uma de manga curta esverdeada e flores brancas tipo Havai. A pele cheirava a sabonete azul, as orelhas sem cera, unhas cortadas, enfim... limpo, bonito e cheiroso, mas o porquê de chegar assim à escola? Ele estava apaixonado pela Romina.

Na minha opinião, este texto é agradável porque o bilhete que ele fez não foi mandado à pessoa errada, como na história “Bilhete com foguetão”, e não aconteceu nada muito vergonhoso.

Quando li o título do conto, pensei logo que era um menino que encontrou uns calções verdes muito lindos, mas também muito caros, e a mãe não os deixara comprar, pois não tinha necessidade. Depois de ouvir a leitura, fiquei confusa, o que eu imaginei era completamente diferente. Senti-me desentendida porque o que eu pensei não tinha nada a ver com o conto.

O autor escreve muito bem e é muito criativo, pois consegue arranjar um conector para juntar duas palavras a fazerem sentido.

Concluindo, o conto é agradável, não tem nada vergonhoso, nem nada do tipo. Eu recomendaria a leitura a amigos e familiares, eles iam gostar muito do texto.

Lara Quental


 

 

quarta-feira, 4 de maio de 2022

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Enigmas

 Enigma 1

Tenho 100 anos de idade, mas só celebrei 25 aniversários durante a minha vida.


           Como isto é possível?

 



 

Enigma 2

Um guarda-noturno sonhou que o avião do patrão caiu.


No dia seguinte, de manhã, disse ao seu patrão para não voar.

Os noticiários, naquele dia, anunciaram a queda do avião.

O patrão agradeceu ao seu empregado ter-lhe salvado a vida, mas decidiu que o tinha de despedir.

Por quê?

 

 

Enigma 3

Numa tarde chuvosa, assassinaram a patroa da casa mais rica da cidade. Só havia três suspeitos: o mordomo, a empregada e o jardineiro.

O marido perguntou:

                                - Quem a matou?


                O mordomo respondeu:

                                - Eu estava abrindo a porta da rua?

                A empregada disse:

                                - Eu estava arrumando a casa.

                O jardineiro afirmou:

                                - Eu estava regando as flores.

Quem é o assassino?

 

 

Enigma 4

Um polícia encontrou o corpo de uma mulher morta na praia. Pegou no seu telemóvel e ligou para o último número que havia sido ligado.

                - Quem é você e por que está com o telemóvel da minha esposa? – Perguntou Marcos, o marido.

                - A sua esposa foi assassinada. Venha imediatamente ao local do crime. – Ordenou o polícia.

                Quando Marco, o marido, lá chegou foi imediatamente preso.

Por quê?

 

 

Enigma 5

                O Inspetor Arruda foi chamado para investigar o roubo de 1 milhão de dólares, do qual supostamente fora vítima um rico empresário durante uma viagem de negócios.


                O empresário afirmou estar no seu quarto do hotel repousando, quando foi atacado por um mascarado que levou a mala com os dólares.

"Eu estava deitado, meditando, quando ele, de repente, entrou. Lutamos ferozmente, mas, sendo ele mais forte, acabou levando a mala. Espero que o seguro pague tudo!", disse ele tranquilo.

Mentira…

 

 

Enigma 6

         O Inspetor Arruda foi chamado para investigar um estranho caso de roubo, um raríssimo «cristal», aliás único, encontrado no lado escuro da Lua tinha desaparecido da Agência Espacial desapareceu.  A cientista encarregada de estudar a "Valiosa Pedra" disse que, ao chegar pela manhã, já encontrou a sala de segurança máxima arrombada e a redoma de vidro que o protegia aos pedaços.


                - Horas depois, o carteiro deixou um envelope. Como não havia identificação, abri e vi que tinha um bilhete dentro. Então desdobrei o bilhete, e aterrorizada vi que era um pedido de resgate pela devolução da pedra. Foi horrível, e sendo uma pessoa muito sensível, não me contive e chorei como uma criança... snif, snif... – Disse a Cientista.

                Com o bilhete na mão, o Inspetor Arruda escuta tudo em silêncio, enquanto analisa a situação que tem diante de si. E pensava o Inspetor olhando para o bilhete:

"Não dá pra saber se a letra é de homem ou de mulher. Além disso está limpo, sem marcas, sem nenhum vestígio que possa ser analisado..."

De repente, ele virou-se e disse: "Muito bem, a senhora está presa por ser cúmplice do roubo do Cristal!"

Como?

 

 

Enigma 7

                O Inspetor Arruda foi chamado à mansão de 1000 quartos do milionário Tutu He Poko, para investigar um curioso roubo. Lá chegando, disse-lhe o milionário: “Não vi o ladrão, que entrou pela lareira. Na hora, ela estava apagada. Ele agrediu-me por trás e levou meu famoso quadro, Mone e Elisa. Agora o seguro terá que me pagar 100 milhões de dólares...”


                Então lhe perguntou o Inspetor: “O senhor acende a lareira todos os dias?”

                - “Sim, todos os dias, sem exceção...”,respondeu o milionário.

                Depois de analisar profundamente e com muita atenção toda cena do crime, o inspetor, com seu olhar aguçado, concluiu que o culpado pelo suposto roubo só poderia ser o próprio milionário. Ele forjara o roubo para embolsar o dinheiro do seguro.

Porque e que o inspetor tem tanta certeza da culpa do milionário?

 

 

Enigma 8

                Dessa vez o Inspetor Arruda foi chamado à mansão da milionária Duquesa Bol Sá Cheia, local onde seu Papagaio Poliglota de estimação fora sequestrado.

                Os sequestradores pediam como resgate, Dois Milhões de dólares. Só que a Duquesa já pagara o resgate, e nada de ter seu papagaio de volta.


                Ela disse que seu mecânico particular recebera a mensagem por escrito com o pedido de resgate, e depois de ler o Bilhete, avisou-a desesperado.

                Disse o mecânico:

                - “Lembro-me bem, foi num dia como hoje, e eu também estava desmontando um motor quando recebi o bilhete, e na ânsia de ler o que estava escrito, nem limpei as mãos. Foi um choque, e como sou muito sentimental, até chorei...”

                Depois de ler e reler o bilhete, depois de analisar profundamente o caso, o Inspetor concluiu que o mecânico estava mentindo.

                O que levou o Inspetor a essa conclusão?

 

 

Enigma 9

                Ao olhar pela janela, o Inspetor Arruda viu que a chuva aumentara. Nesse momento, ao ouvir o toque do relógio, percebeu que já era bem tarde.

"Essa não, perdi a hora!", exclamou ao ver que o relógio marcava três horas da madrugada, por isso mesmo, deixou seus relatórios para o dia seguinte e foi-se deitar.

                Logo cedo, quando se dirigia à delegacia, recebeu um telefonema urgente do museu da cidade.


                Foi informado do misterioso roubo de um precioso Artefato antigo. Aparentemente, o gatuno, que agira à noite, não deixara pistas. Chegando no local, o Inspetor foi recebido pelo diretor do museu, o Dr. Khorr Upto, uma respeitável autoridade em antiguidades. Este logo cuidou de deixá-lo a par da situação.

                - "Foi uma tragédia inspetor. A mais preciosa peça de nossa coleção antiga foi roubada... O Cálice é uma Relíquia de valor inestimável e de idade desconhecida. Sobre ele, há uma lenda que diz: "Quem o usar para beber água, terá saúde eterna...Seu valor é imenso, já que é de ouro maciço e coberto com belíssimas joias raras...: O alarme do museu disparou minutos antes das 3:00hs da madrugada durante o temporal. Pouco depois, o vigia da noite percebeu o depósito arrombado. Imediatamente ligou-me e ordenei que toda área fosse isolada para impedir que vestígios importantes fossem apagados. Cheguei às três horas em ponto e chovia forte. Encontrei tudo como o Sr. verá, inclusive as pegadas deixadas pelo gatuno, antes das três..."

                Juntando o que viu com aquilo que ouviu do diretor, conclui que ele, o famoso diretor do museu, está mentindo descaradamente…

 

 

Enigma 10

                A filha do milionário, Don Din Heirado, foi sequestrada, e após o pagamento de fabuloso resgate, ela foi imediatamente libertada. Disposto a descobrir o que acontecera, o milionário chamou seu velho amigo, o Inspetor Bigo Dinho, para investigar aquele caso.

                Logo que chegou, o Inspetor foi ver o local onde a filha do milionário fora libertada, para avaliar a situação. Aproveitaria para e ver se havia alguma pista que pudesse levar aos autores do sequestro. Chegando ao local do sequestro, encontrou o carro no exato local onde ela fora libertada. E, segundo palavras da moça, disse ela que permanecera todo tempo dentro do carro, que ficara ali estacionado com as portas trancadas, sob o terrível temporal que caíra ao longo da noite no dia do sequestro.

                O inspetor analisou com calma todos os detalhes da cena, e voltou à mansão do milionário para falar com a vítima do rapto. E após um breve interrogatório, o Inspetor Bigo Dinho concluiu que algumas informações passadas pela filha do milionário não estão de acordo com a realidade dos fatos. Desse modo, ele acredita que ela está mentindo, e com certeza, sabe muito mais sobre o sequestro do que aquilo que contara até aquele momento.

Como?


sábado, 10 de outubro de 2020

terça-feira, 12 de maio de 2020

XIV EDIÇÃO DO "PRÉMIO LITERÁRIO JOSÉ LUÍS PEIXOTO" 2020 - POESIA





O “Prémio Literário José Luís Peixoto” é um concurso de âmbito internacional, aberto a cidadãos de nacionalidade portuguesa e ainda a cidadãos naturais e/ou residentes em países de língua oficial portuguesa. Para além de homenagear o patrono do prémio, José Luís Peixoto, natural do concelho de Ponte de Sor, o mesmo tem como objetivo incentivar a criatividade literária entre os jovens bem como o gosto pela leitura.
Neste contexto, a Câmara Municipal de Ponte de Sor promove a 14.ª edição do “Prémio Literário José Luís Peixoto” em 2020, que, por ser ano par, e segundo o Regulamento, se destina a premiar trabalhos inéditos na modalidade de poesia.
Podem concorrer jovens que completem 25 anos de idade até ao dia 31 de dezembro de 2020.
Na sequência da pandemia de COVID-19, o Município de Ponte Sor e a respetiva Biblioteca Municipal empenharam-se em encontrar soluções para a boa continuidade do Prémio Literário José Luís Peixoto 2020. Assim, este ano o Prémio Literário tem algumas alterações excecionais ao regulamento, a saber:
·         Prorrogação do prazo, passando a ter como data-limite o dia 30 de junho de 2020;
·         O envio dos trabalhos deverá ser feito para o e-mail biblioteca.municipal@cm-pontedesor.pt;
·         No texto do email, deve assinalar-se a naturalidade do concorrente, o pseudónimo e o título do trabalho;
·         O trabalho deverá ser enviado em formato PDF e os dados pessoais deverão ser enviados noutro PDF.
Para informações mais detalhadas, consulte-se o regulamento, em anexo, também disponível no sítio do Município de Ponte de Sor (www.cm-pontedesor.pt) e no blogue da Biblioteca Municipal de Ponte de Sor (https://bibliotecapontesor.wordpress.com/).



quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Concurso da Rosa dos Ventos 2019/2020


Os alunos de 5 ano, na disciplina da HGP em parceria com a Biblioteca Escolar, convidam a sua comunidade a votar na vossa Rosa dos ventos preferida. Temos prémio! É só clicar e partilhar. 

segunda-feira, 1 de abril de 2019

XIII EDIÇÃO DO "PRÉMIO LITERÁRIO JOSÉ LUÍS PEIXOTO" 2019 - PROSA

O “Prémio Literário José Luís Peixoto” é um concurso de âmbito internacional, aberto a cidadãos de nacionalidade portuguesa, e ainda a cidadãos naturais e/ou residentes em países de língua oficial portuguesa. Para além de homenagear o patrono do prémio, José Luís Peixoto, natural do concelho de Ponte de Sor, o mesmo tem como objetivo incentivar a criatividade literária entre os jovens, bem como o gosto pela leitura.


Regulamento disponível no portal do Município de Ponte de Sor: www.cm-pontedesor.pt

segunda-feira, 25 de março de 2019

Viajando pelo PRL - Luna e as Fantásticas Ilhas dos Açores



Nos dias 3, 4 e 5 de abril, nas Jornadas Culturais da EBS do Nordeste, e com o apoio da Biblioteca Escolar, os alunos do 6º ano, articulando as áreas de Português e de HGCA, apresentarão, no espaço da BE, os seus livros digitais sobre as lendas dos Açores, a partir da leitura da obra Luna e as Fantásticas ilhas dos Açores, de Susana Teles Margarido.

           Faz uma visita à Biblioteca e fica a conhecer estes trabalhos.
Quem sabe até podes conhecer a Escritora????
       
 Mas para te aguçar a curiosidade, preparamos esta infografia esclarecedora da atividade. EXPLORA-A!!!!







segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Concurso Literário "Dia da Marinha" - 4ª Edição


 

Comemorando-se em 2019 os 500 anos da circum-navegação e sabendo-se que a Nau Victória foi o último navio da armada de Fernão de Magalhães e o primeiro a dar uma volta completa ao mundo, convidamos o público escolar – 1º, 2º e 3º Ciclo, a participar no nosso Concurso Literário, com o tema: Uma Aventura na Nau Victória.
Imagina-te a bordo da nau, participando na primeira viagem completa ao mundo… que grande aventura !!!

Dá largas à tua imaginação. Conta-nos a tua história e vem passar connosco um dia muito divertido!! 

Redige um texto que não ultrapasse 2 páginas A4 de acordo com o mote que te lançámos e envia-nos o original. A data limite de envio é 5 de abril.
Os 15 melhores textos serão expostos ao público no Museu de Marinha - Pavilhão das Galeotas.   Os 3 melhores textos serão premiados!  O prémio… é surpresa!!!
Que tal? Vamos participar?

Aproveita a maré  … Esperamos por ti !!! J

Concurso Literário 2019
Normas: 
O Concurso Literário 2019 com o mote: “Uma Aventura na Nau Victória”, é aberto a todos os alunos dos 1º,2º e 3º Ciclo do Ensino Básico, através das respetivas instituições escolares.

  • Os textos a apresentar a concurso deverão ser elaborados individualmente.
  • O texto deve cumprir os seguintes requisitos:
    • Ser inédito e redigido em português;
    • Deve ser apresentado em formato A4, não podendo ultrapassar as 2 páginas.
    • No final do texto deverá constar o nome, idade, ano de escolaridade do autor e nome da escola.
  • Todos os participantes deverão concorrer através da instituição de ensino a que pertencem. 
  • Os alunos presentes na cerimónia de entrega de prémios deverão ser acompanhados por um professor/acompanhante da instituição de ensino através da qual participaram.
  • Não podem concorrer familiares dos membros do júri, dos funcionários da Comissão Cultural de Marinha e dos diversos Órgãos de Natureza Cultural que a compõem.
  •  Os trabalhos deverão ser enviados:
- Através dos CTT para:  Concurso Literário – Dia da Marinha -  Museu de Marinha, Serviço Educativo – PRAÇA DO IMPÉRIO, 1400-206 LISBOA;
- Pessoalmente, no Museu de Marinha;
- Por email (formato PDF) para helena.almeida@marinha.pt
 O prazo limite de envio dos textos será dia 5 de Abril.
  • A entrega dos prémios será feita em cerimónia pública, dia 16 de Maio, no Museu de Marinha.
  • Todos os textos que não cumpram as normas estabelecidas, serão excluídos do Concurso.
 Para mais informações contactar: 210977388/90